queima do judas

.

Um novo advérbio, helenamente. As palavras de Ruy Belo que dizem a maneira mais triste de se estar contente, sozinhos entre a gente. É assim Helena, a Primavera da história. Vive firme na procura de seu José-o-homem-dos-sonhos, que um dia partiu dessa rua alegre que é Vila do Conde. Judas, ardiloso e machista, quer Helena para si, qual Inverno ruim. E todos leva na confusão… os cupidos e os diabretes, os artistas do circo e as mulheres do mundo, a bela Marylin e o rapaz-memória. Mas quando o cosmos se endireita, a história dá uma volta: É triste ir pela vida como quem regressa e entrar humildemente por engano pela morte dentro… – Vais morrer Judas! E o mundo viaja no tempo, para nos dar uma segunda oportunidade.

. . . . .

A Queima do Judas é um espetáculo de rua comunitário e multidisciplinar, que funde as linguagens do teatro de rua, do circo, da dança, da música, do vídeo ou da fotografia, integrando grupos convidados e várias entidades locais. Aposta, por um lado, em temáticas diretamente ligadas às tradições de Vila do Conde e, por outro, nas questões relacionadas com a comunidade e com o momento atual, que se apresentam num mesmo momento — o sábado que antecede o dia de Páscoa —que dura há já 10 anos na cidade.

. . . . .

+ queima do judas

+ projectos

. . . . .

*fotografias de Margarida Ribeiro