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“Eu via-me a mim própria como a escola pós-racional, primeiro criava a obra e mais tarde tentava perceber o que é que ela significava. Ainda funciono assim. trabalho com o estômago e não com a cabeça”.

Nan Goldin, 2009
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5 comentários

  1. o que me ficou dessa entrevista foi o facto dela dizer que só sabia o que sentia pelas pessoas dps de as fotografar e olhar para a fotografias. nao me lembro das palavras que usou. mas acho q o sentido era este. é interessante pensar nisso. realmente, tb costumo olhar para as fotografias das pessoas que fotografo e espero que me transmitam algo.

    *

  2. :) há dias uma amiga falou-me toda contente que esteve com a Nan e mostrou orgulhosamente uma foto dela autografada…rsrs

    é de facto uma referência na fotografia! Gosto do trabalho dela!

  3. margaridaribeiro

    como queres perceber seja o que for antes de fazer? uma coisa é o que imaginamos que alguma coisa possa ser, outra é o que ela é na realidade, na prática. por isso é que é sempre tão dificil optarmos por um caminho, nunca temos a certeza que será o correcto. eu, na minha modesta e simples análise da vida, acho sempre que se optamos pela esquerda é porque tinha ser esse o nosso caminho.mas isso sou eu que sou uma simples…ihihih…beijinhos maf. a nan deve ser a fotografa de referencia de quase toda a gente ihihih.gosto muito do trabalho dela e li tambem nessa entrevista que ela tá com problemas legais com a editora.triste haver sempre abutres capazes de engolir pessoas…

  4. ahahahahah, tentei adivinhar a “invenção” e só imaginei malandragem… :P
    não é ser “pré”, nunca é quando fazes as coisas sem a noção necessária e te colocas à mercê de consequências que podem ser nefastas. refiro-me ao mestrado, claro. felizmente a consequência não foi dramática, mas creio que seria melhor se conseguisse perceber antes de fazer, só com o pensar. capichi bambina?
    bijus*

  5. mas se pensas antes não és pós-racional, mas pré? não?! por muito que só entendas (ou tenhas a aparência que entendes) mais tarde. “pensar” e “entender” fazem ambos parte do racional. a chavela diz uma cena muito semelhante, isto por causa dos orgãos: eu amo com o figado, o coração não é praqui chamado. eu inventaria outra, mas é melhor não. beijolas mafarrica*

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