diário de sombras

keep on running

Posted in diário, fotografia, na idade dos porquês by maf* on 27 Fevereiro, 2009

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[série "na idade dos porquês"]

 

… a vida é demasiado curta para andar metida no bolso.

 

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>> a queima do judas de vc em preparação AQUI!

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a verdadeira crise

Posted in conclusões, diário, fotografia, na idade dos porquês by maf* on 6 Fevereiro, 2009

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[série "na idade dos porquês"]

 

porque raios as minhas máquinas e electrodomésticos decidem avariar-se todos duma vez?!?

 

>> para ouvir: a banda do meu mano = yellband.

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tempos de crise

Posted in fotografia, música by maf* on 4 Fevereiro, 2009

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[série na "idade dos porquês"]

 

… ao menos que seja com uma boa banda sonora.

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>> para ouvir: "noble beast", o novo álbum de andrew bird.
>> para seguir: agenda de concertos em 2009.

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une cette flaneuse

Posted in conclusões, livros, na idade dos porquês by maf* on 2 Fevereiro, 2009

 

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[série "na idade dos porquês"]

 

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flâneur* é um ser errante, vagabundo, que deambula pelas ruas sem um propósito aparente. alguém que se desvincula do particular para mergulhar na multidão. observa e regista o mundo, é um fotógrafo. mas não só de imagens; de ideias, sentimentos, atitudes. reflecte a multidão ao mesmo tempo que nela espelha o seu mais íntimo. assim confronta as essências. está secretamente em harmonia com a sua história e busca a aventura, seja ela estética ou erótica. persegue insaciavelmente as experiências da vida. ou se desfaz nas massas ou consegue vencer os gigantes. mas morre sempre no fim. valerá a pena a irreverência?

 

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* baudelaire foi o precursor deste sentimento (1821-1867).

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entre dois filmes

Posted in cinema, diário, fotografia, na idade dos porquês by maf* on 2 Fevereiro, 2009

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[série "na idade dos porquês"].

 

podemos apagar alguém da memória, mas é quase impossível eliminar alguém do coração. é o segredo transparente de michel gondry e de charlie kaufman no filme “the eternal susnshine of the spotless mind”, que me andava a fugir das mãos há algum tempo…  num outro estado do globo, o w.allen desfaz a sua mulher em três românticas peças de um todo, que não sabem o que querem do amor… embora saibam o que não querem. às voltas com estes (des)amores, apanho-me entre as mentes amnésicas e os corações-que-não-sabem-o-que-querem, e a dúvida está em saber se e quando lutar ou desistir.

  

how happy is the blameless vestal’s lot!

the world forgetting, by the world forgot.

eternal sunshine of the spotless mind!

each pray’r accepted, and each wish resign’d“.

 

* alexander pope

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