telegraficamente…
… em contra-tempo. sempre o tempo, que não me chega! mas a vida parece querer começar a mudar e, com os ares do verão à mistura, os dias são alegres. entretanto, o meu computador perdeu a cabeça e com ela a memória e as fotografias acumulam-se em fila de espera no novo super-hiper-mega-disco. o impressoimproviso correu bem e os registos da parede dos maus hábitos estarão aí em breve. assim como os de sábado, que ainda vem, no bolhão, onde a recém-criada associação à qual pertenço vai fazer uma intervenção, roubando um pedaço de céu para lá colocar uma nuvem-voadora-de-balões-brancos… ainda que eu não tenha uma posição radical nesta questão: o bolhão é actualmente um espaço em decadência que não oferece dignidade às pessoas que o utilizam, reclamando uma mudança necessária… mas não p.f. para mais um centro comercial! nos entretantos deste tempo-com-tão-pouco-tempo, uma sugestão: a extensão no norte do festival indielisboa, no velho cinema trindade, a começar já hoje.
[listening: the kills, midnight bloom - "tape song"]

eu não assinei a petição apenas porque não estou suficientemente esclarecida na matéria. o bolhão como está não obrigada, mas também não quero mais um centro comercial para dar asas à minha agorofobia. basta de centros comerciais. gostava de ver uma mercado cheiiiiinho de frutas multicolores e vegetais raros e variados até eu ia pra lá cantarolar: olhá a coube berdinha!!! se cá estivesse pelo norte dava um saltinho. vou ler melhor a petição e talvez assine. veijolas mafarrica*
mafa lá estaremos a abraçar o bolhão.beijinhos
hum, as coisas que eu estou a perder!!!! o Indie Lisboa, o Porto… bom, eu assinei a petição do mercado, não preciso saber mais do que a intenção que há em demolir uma antiguidade da cidade e isso não me agrada memso nada.
quanto ao tempo, há sempre tempo, nós é que esperamos do tempo mais do que ele é simplesmente: mais uma oportunidade.
o que eu fui perder nessa tarde de sábado no bolhão, e eu que moro lá pertinho! pelo menos vi uns lindos desenhos feitos de giz à porta de casa
foi bom encontrar-te ali no meio, mesmo que com uma visão dificultada e turva de tudo em redor. espero tropeçar em ti mais vezes!
uma beijoca*